ENTREVISTA EXCLUSIVA com Dimas Covas, Presidente do Instituto Butantan

 em Jornalismo, Sociedade

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2:12: A taxa de eficácia da CoranaVac se revelou em 50,38%. O que significa na prática? E o que é isso comparada às outras vacinas (Oxford, Pfizer e da Moderna)?

10:17:  O que se pode dizer da vacina em relação às novas variantes do vírus que estão surgindo? A vacina resolve o problema das novas variantes?

14:50:  Por que o Butantan optou pela CoranaVac ao invés de outras vacinas com tecnologias mais modernas, como por exemplo, a da Pfizer?

18:43: Existe alguma possibilidade do Brasil produzir os seus próprios insumos para produção da vacina?

20:30: Para alcançar a imunidade de rebanho, que é um fator considerado tão importante, quantas pessoas precisam ser vacinadas, por exemplo, aqui em São Paulo?

25:04: Como compatibilizar a urgência da crise sanitária e as demandas do mundo da política, com o rigor do método científico?

27:10: Qual é o cenário da evolução das vacinas? Já se é pensado numa vacina 2.0? Haverá uma evolução destas?

29:42: Nesse período (logo começa o outono) nós vamos combinar as vacinações habituais (como a gripe) com a CoronaVac, correto?

31:00: Como cientista, o senhor tem dados da eficácia da cloroquina e outros tratamentos?

34:30: Quem já contraiu a Covid19 deve se vacinar ou ter passado pela doença é um passaporte para a imunidade?

36:30: Os idosos, doentes e alérgicos podem tomar a vacina ou são necessários cuidados especiais?

39:23: A vacinação contra o coronavírus terá que ser feita anualmente como a da gripe?

41:29: É possível fazer um paralelo político sanitário entre a pandemia da gripe espanhola e a do Sars-Cov-2?

43:47: Quem já foi vacinado pode continuar sendo um agente transmissor?

44:23: O que falta para o Butantan fabricar mais vacinas para atingir a totalidade da população? Matéria-prima (insumos), tempo, vontade política do governo, tempo de análise da sua eficácia?

47:05: No imaginário das pessoas, existe a ideia de que a vacina pode ter, no médio e no longo prazo, algum tipo de reação indesejada. A vacina do Butantan é segura? Podemos tomá-la com tranquilidade?

49:12: Uma pessoa infectada mas que ainda não tem conhecimento do diagnóstico, pode e deve tomar a vacina ou há algum problema?

50:48: Como foi o seu itinerário entre a ciência e a fé? Houve conflito ou plena harmonia?

 


 

Quinta-feira, dia 28/01, às 18h00, entrevistei Dimas Covas, Presidente do Instituto Butantan.

Conversamos sobre as perspectivas do combate ao COVID-19 no Brasil e no mundo.

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