Live com Marcelo Rech

 em Jornalismo

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1:38 – Você viveu e vive uma experiência muito rica no jornalismo.Você foi repórter, foi enviado especial em momentos muito emblemáticos da história recente, cobriu a Guerra do Golfo, assistiu a queda do Muro de Berlim, foi diretor da Zero Hora, viveu e vive uma importante experiência na Associação Nacional de Jornais. Faça um balanço amplo do jornalismo. Onde nós estávamos, onde nós estamos e, se possível arriscar um palpite, para onde vamos?

11:44 – Nesse caos de informação que existe no mundo digital, para nós, jornalistas, há um problema a mais: conquistar um leitor que está imerso na cultura da desintermediação. Qual sua opinião?

14:22 – Nas últimas semanas observamos um embate entre o Jornal Gazeta do Povo e o grupo anônimo Sleeping Giants Brasil, que vem pressionando empresas a cortarem anúncios feitos em publicações que não tenham o mesmo viés ideológico do grupo. Como o senhor enxerga a atuação do Sleeping Giants, em específico? E sobre essa questão do anonimato na internet de forma mais ampla?

20:02 – O mundo vive uma clara e poderosa polarização. O que menos existe hoje é o diálogo, o debate aberto. Parcelas importantes da sociedade estão cansadas da radicalização. Você acredita que um jornalismo propositivo seria um caminho para fugir desses riscos de polarização da sociedade?

30:03 – Gostaria que você falasse um pouco sobre a importância do jornalismo local e regional.

34:22 – O que precisa ser mudado na rotina da redação para aproximar o jornalismo da população? Nós falamos muito sobre a necessidade de ouvir as audiências, mas esse propósito se traduz numa escuta efetiva?

38:02 – A mídia tradicional pode ajudar a trazer mais equilíbrio ao diálogo e ao debate público?

41:55 – Qual foi a cobertura que mais te agradou, mais te emocionou? E qual foi a cobertura mais complicada, difícil e estressante da sua carreira?

47:25 – Como você enxerga a concorrência de novos atores no mercado (jornais, blogs) que, de alguma maneira, se posicionam e dão voz a determinados setores da sociedade: há algo que a mídia tradicional poderia aprender com eles?

 

Desta vez o convidado foi o jornalista Marcelo Rech, presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e ex-vice-presidente Editorial e Institucional do Grupo RBS. Premiado jornalista, atuou como repórter especial em coberturas históricas como a guerra do Golfo e a dissolução da União Soviética. Foi diretor de redação de Zero Hora. Com atuação importante na Associação Mundial de Jornais, Rech sempre defendeu a qualidade e independência do jornalismo.

Conversamos sobre a necessidade de reinvenção do jornalismo: desafios e oportunidades. O papel e a força do jornalismo independente. Os caminhos de um jornalismo mais propositivo e a construção da credibilidade.

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